Namoro na adolescência

Primeiro Namoro

2020.11.24 02:27 goofbeast Primeiro Namoro

Eu sempre foi um cara muito timido e fechado com relação a sentimentos, muitos me julgam "gay" só por eu parecer não admirar garotas da minha idade, na vdd, eu admiro muitas meninas, só que tenho vergonha desses assuntos. Com a adolescência, comecei a gostar de uma menina aqui do meu predio, não contei pra ninguém. Logo mais, descobri que ela tmbm gostava de mim, ai fiquei muito feliz, primeira vez q teria um namoro correspondido, no começo foi um amor que só, apesar de gente nem se falar, trocavamos olhares, e tal. Pedi ela em namoro e ela aceitou. Porém, é um namoro muito estranho, nós nem se falamos, raras vezes se falamos, o máximo que fazemos é abraçar um ao outro. Mas ela ainda gostava de mim, pois sentia ciumes de mim. Porém, as coisas começaram a ficar confusas, ela parou de falar comigo mais ainda, o ciumes q ela sentia, se foi, ela tinha salvo meu contato de um jeito fofo, mas ela mudou...tenho vergonha de perguntar isso pra ela ou pra amiga dela, e to muito confuso...sera q ela nao gosta mais de mim? Sera q isso é tudo paranoia? Sera q eu termino com ela ou espero pra ver? Socorro
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2020.10.04 16:31 111DarkGuy A mulher que eu amo tá com outro cara e eu tô me sentindo um lixo.

Eu entrei pra vida "adulta" faz pouco tempo, e sinceramente minha adolescência não foi das melhores ou das mais bem vividas, então não tenho tanta experiência com relacionamentos.
Alguns anos atrás, eu conheci essa garota, ela é tudo de bom... amável, carinhosa, esperta, bonita, sei lá. É uma pessoa que eu admiro em diversos aspectos diferentes. Ela mora um pouco longe de mim, mas a gente meio que "clicou" imediatamente. A gente se aproximou muito rápido e sei lá, tava tudo dando certo, nós éramos basicamente namorados, só faltava a gente se assumir. Até que por algum raio de motivo que nem eu nem ela lembramos mais, a gente brigou. Ficamos um bom tempo sem nos falar. Reatamos contato esse ano, e eu, trouxa, me apaixonei por ela mais uma vez.
Bom, ela falou que não sente o mesmo, que não busca relacionamentos no momento, que talvez um dia, bla bla bla. Basicamente, eu tava sentindo mesmo que ela tava um tanto bloqueada comigo. Lembrando que tô resumindo muito a história pra não fazer um negócio gigante e muito detalhista. Enfim, eu conversei com alguns amigos meus e eles me ajudaram a perceber que talvez eu estava colocando a carroça na frente dos bois e sendo muito "juvenil" na minha abordagem. E parando pra pensar nisso, realmente, eu tava indo muito pra cima dela com essa de paixão, amor, namoro, mas sei lá, ela não tá bem com o emocional muito bom nos últimos meses pra isso, não é disso que ela precisa de mim, no momento.
Então eu falei "Ok, vou lidar com isso como adulto", chamei ela pra conversar e expliquei que eu acho que fui muito apressado e desengonçado na minha abordagem, que de agora em diante eu vou ser um amigo e um suporte pra ela, porque acho que ela precisa mais disso, no momento. Sugeri que ela fosse em um terapeuta (porque sinceramente, ela tá precisando), basicamente, falei que eu vou deixar esse meu sentimental em standby com ela, por enquanto, porque sinto que não é a hora. Ela me agradeceu, falou que sente que agora nós estamos sendo honestos um com o outro, que sente que o "bloqueio" que ela tinha comigo sumiu.
Aí ela disse que tá gostando de alguém. Inclusive, eles estão praticamente namorando. Eu sei lá, eu tava pronto pra deixar meus sentimentos de lado, mas essa notícia foi um baque muito grande... ela me disse isso, e eu aqui, me segurando pra não ter ciúmes, não ficar triste, pra sei lá, ficar feliz por ela. O cara em questão é conhecido meu também, ele não é babaca, não vai tratar ela mal. Mas manos... Eu não consigo me impedir de querer que esse relacionamento dela dê errado... Eu to me sentindo extremamente culpado, e é horrível esconder isso dela, mesmo sabendo que é o melhor a se fazer, pra não gerar briga e tal. Eu me propus a agir como adulto nessa situação e não ficar com esse tititi adolescente de "Ah, eu gosto dela mas ela gosta de outro", mas caramba, é um negócio que dói demais.
Bem, por enquanto os dois estão só "se conhecendo", não têm nada sério ou coisa do tipo, mas eu to percebendo que isso vai pra frente e tal... E eu não posso, nem devo fazer nada a respeito disso. Basicamente, eu perdi essa. Como praticamente tudo na minha vida amorosa até agora, eu perdi kk e eu to extremamente mal.
Então é... agora eu tô todo fragmentado aqui, metade de mim quer que ela seja feliz, quer estar lá por ela se ela precisar, quer acompanhar a jornada dela na vida mesmo que só como um amigo. A outra metade quer só que aquele relacionamento dela dê errado, que a vida me dê uma chance que seja de fazer ela feliz, eu, sozinho. E eu sei qual é o jeito certo e qual o jeito errado de agir, mas agir do jeito certo é MUITO difícil e sinceramente, dos dois jeitos eu vou me machucar bastante.
Tem muita coisa dessa história que eu não contei por preguiça e por não querer encher demais de texto, eu também não sou livre de problemas emocionais (mas diferente dela, eu estou na terapia e me cuidando e tal), mas o ponto é que eu devo MUITO a essa garota por coisas do passado. Não é só uma random que eu consigo simplesmente superar e seguir em frente, é muito, muito complicado. Eu real me apaixonei pesadamente por ela e "superar" isso vai ser um processo difícil, demorado e doloroso, se não impossível.
Enfim, obrigado pros 5 que lerem isso, é nóis galera.
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2020.09.29 17:28 Wonderful-Finding697 Incerteza sobre o meu relacionamento

Seguinte: eu namoro um cara muito legal, faz mais ou menos três anos. Moramos juntos desde novembro do ano passado e não há nada de errado no nosso relacionamento.
Exceto que as vezes eu sinto que as nossas personalidades não se encaixam.
Ele é um cara que super evita a fadiga, eu tenho ganas de vivir, sabe? Ele faz as coisas correndo para conseguir ficar bastante tempo sem fazer nada, eu tenho outro ritmo. Além disso, eu sou muito passional - acho que li muito Garcia Márquez durante a adolescência - e gosto de amor, de intensidade , de conversar, de ser amada, sei lá. E acho que ele não valoriza essas coisas.
A parte ~~operacional~~ do nosso relacionamento é bem de boa. Dividimos contas, tarefas, o sexo é bom. Só que sinto que ele não me ama na intensidade que eu gostaria, pq essa não é a vibe dele.
Alguém mais em um relacionamento com essa configuração? Tem como dar certo?
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2020.09.26 04:08 Vitovonburen Descobri que sou bi... com 25 anos. E não tenho como "tirar a prova" pq namoro.

O título meio que diz tudo. Sou homem, tenho 25 anos, e descobri recentemente que sou bissexual.
Apesar de não existir uma "idade correta" pra descobrir sua sexualidade, a maioria dos LGBT se descobrem na pré-adolescência/adolescência. Até mês passado, eu tinha certeza que era hétero, mesmo com muitos sinais de que eu me sentia atraído pelo sexo masculino.
Essa descoberta, na verdade, me deixou bem feliz. Descobrir "tarde" me poupou de sofrer da culpa que eu sofreria se eu descobrisse há 10 anos atrás, quando eu ainda me importava com a "moral cristã" com a qual eu fui criado. Isso sem falar no alívio que é finalmente pensar "que cara gato" sem se achar estranho.
Mas nem tudo são flores. Como eu disse no título, eu namoro com uma mulher que eu amo MUITO. Ficar com qualquer pessoa que não seja ela não é uma opção pra mim (por pura escolha minha). O problema disso é que eu não tenho como "tirar a prova", ou seja: ficar com um homem pra saber se minhas vontades são "legítimas".
Amigos LGBT (especialmente bis): existe outra forma de saber se você realmente se sente atraído por um sexo específico?
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2020.09.24 16:34 roody_mirys Tenho HPV.

Peguei HPV no meu único namoro. No início nasceu uma bolinha, como um pelo encravado, na base do meu pau, continuei me depilando com gilete e aumentaram as bolinhas, até eu perceber que aquilo não estava certo.
Nunca tive uma vida sexual bem desenvolvida, fui começar a transar só depois dos 19 e iniciando as relações com prostitutas, fiquei com poucas garotas "civis", acredito que umas 7 que não eram profissionais do sexo. E muitas, muitas prostitutas, mesmo. A maioria das relações foram com proteção, mas confesso que fiquei com umas três prostitutas sem camisinha, nunca contraí nenhuma DST dessas relações, apenas com a minha primeira namorada, com quem me acostumei a foder no pelo. Agora acho complicado de usar camisinha, não sei se consigo voltar a usar, pois sempre demoro pra gozar.
O principal problema da minha vida sexual deve ser resultado de um estupro ainda na infância, a minha família também é muito religiosa, então tinha aquele papo de não ficar com qualquer pessoa e buscar uma relação séria, além dos problemas de grana. Não dá pra namorar sem ter dinheiro, né? E éramos uns fodidos, na parte de grana, na infância e adolescência.
Em uma conversa com essa minha ex, logo que começamos a namorar, conversamos sobre DST e sobre nossas vidas sexuais anteriores, contei tudo pra ela, e ela me falou do HPV, disse que foi curada. Na verdade o HPV pode ser tratado, removendo as lesões, mas provavelmente deve ter continuado na pele dela, sem ser detectado, a garota deve ter desenvolvido resistência aos poucos, não criando novas lesões. Eu me fodi, mais uma vez, lembro que logo no começo eu pensei em tomar a vacina, mas depois esqueci do caso. O HPV também pode surgir entre 2 meses até 20 anos, então pode ser que nem tenha contraído dela, mas isso já não importa.
Faz pouco mais de 9 meses que estou tentando tratar isso, segundo a internet, a maioria dos casos são resolvido em média até 24 meses. Isso é uma merda, eu tenho que queimar o meu pau com um produto químico, para reduzir as verrugas e pros meus anticorpos terem chance de combater o vírus. O medicamento que melhor funcionou, por hora, foi a podofilotoxina. Ainda quero testar o imiquimod. A maioria dos médicos me parece despreparada, só querem queimar esses troços com ácido tricloroacético, mesmo eu explicando que esse produto mais me causou cicatrizes e ainda espalhou mais o vírus do que trouxe bons resultados. Eles nem se quer apresentaram o imiquimod ou a podofilotoxina como opções de tratamento, só achei isso pesquisando na internet. Só espero que esse trambolho não vire um câncer.
Em quanto isso, me reservo na solidão, parei de transar assim que comecei o tratamento, não confio em camisinhas porque elas não cobrem toda a área da lesão, pois é na base do pau, não quero correr o risco de encontrar uma pessoa legal, de quem eu goste e acabar passando isso pra ela. O foda é ter que arrumar desculpas pra não transar, sou mais ou menos bonito e chamo a atenção das mulheres, há bastante assédio por parte delas, também estou bem empregado, então não há mais impedimentos na parte financeira e a minha confiança melhorou muito, superando vários aspectos do trauma do estupro. As coisas se acertaram, mas agora me aparece isso. Devo ter feito muita coisa errada na sexualidade da vida passada, esse troço só pode ser carma.
Moro em uma cidade pequena, menos de 5 mil habitantes, me mudei faz um ano, acho que estou ficando com fama de ser gay, por ter que dispensar as mulheres.
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2020.09.22 18:37 is-a-porn-throwaway Preciso desabafar sobre meus desejos

Pelo menos debaixo da sombra do anonimato posso ser sincero. Sempre tive atração pelos dois sexos. Mais por mulheres do que por homens, e isso sempre me incomodou, e sempre era um ponto de insegurança. Fora que, na minha adolescência, experimentando, descobri que inserir objetos roliços no ânus dava prazer, mas sempre depois dos atos me sentia super culpado, porque pra mim era ou hétero, ou homossexual, sem meio termo. Depois da adolescência, queria parar de inserir objetos roliços, mas sempre tive recaídas. Eu achava que sentia vontade de colocar no cú porque nunca tinha feito sexo... Como sou introvertido, foi um puta trabalho pra perder a virgindade, mas corri atrás disso e perdi, arranjei namorada, e confirmei que gosto sim de buceta. Mas sempre tinha algumas recaídas... tipo 6 a 8 meses sem sentir vontade, e numa semana a vontade era tanta que eu cedia. Daí terminou o namoro, e eu fiquei com os brinquedos porque ela ia morar com os pais e não tinha como guardar. Tive uma recaída me senti culpado e joguei fora. Fiquei 3 anos sozinho, tendo recaídas, e achava que era porque não tinha namorada. Fui atrás disso e arranjei namorada, mas adivinha! Continuava sentindo vontades, volta e meia comprava um pepino ou dois e usava. Ano passado comprei uma prótese, e me arrependi de não ter comprado antes. Resolvi parar de me sentir culpado pelas minhas vontades e me aceitar: não sou totalmente hétero e não sou totalmente homossexual. Resolvi me aceitar como Bi. Não vou sair do "armário", mas eu sei, é um FATO, dar o toba pra mim é gostoso e chupar buceta também. Nunca experimentei com um membro de verdade, e tenho bastante vontade, mas estou em um relacionamento sério e não quero trair minha parceira. Já tentei dar uns hints pra ela fazer uma inversão de papeis, só que ela não curtiu a ideia. Enfim... Tenho vontade também de participar de um swing, de um ménage MMF, mas de novo, minha parceira não tem interesse. O sexo com ela é gostoso, minha convivência com ela é boa, mas ultimamente estou me sentindo sexualmente frustrado.
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2020.09.06 20:36 lvdovic Percebi que não entendo a ideia de amor romântico e nem o sentido de se ter um relacionamento.

Hoje eu vi um vídeo no YouTube de um criador de conteúdo e sua agora ex namorada falando como terminaram seu relacionamento da melhor maneira possível, super de boa e sem treta. Vi eles falando sobre alguns aspectos de um relacionamento daora, sobre companheirismo, sobre planos, romance, etc. Assim, eu percebi que eu simplesmente não consigo entender nada disso.
Fiz 21 ainda esse ano. Nunca namorei. Só não sou virgem porque no meu grupo de amigos todo mundo se pega e graças a deus eu não fiquei de fora. Desde a adolescência eu tenho muito problema com minha autoestima baixíssima, timidez enorme, e minha vida pessoal tá bem ruinzinha também (acho que faz uns anos isso).
Acho nunca me apaixonei de verdade. Só cheguei a gostar de umas pessoas, mas nunca nem falei o que eu sentia pra elas. Nunca nem cheguei perto de um relacionamento. Lembro que quando eu tinha uns 15/16 anos tudo o que eu queria era um namoro (sair com a pessoa, passar tempo juntos, além da vida sexual e etc), mas quanto mais o tempo passa, menos eu compreendo essas coisas. Hoje em dia não entra na minha cabeça do porquê das pessoas namorarem, de como elas conseguem passar tanto tempo juntas, de como funcionam esses sentimentos de amor romântico e companheirismo.
Sei muito bem que atualmente a última coisa que eu quero é um relacionamento, já que tenho muitos problemas internos pra resolver e não quero projetar nada em ninguém, mas mesmo sabendo que um dia eu ainda posso consertar esses traços ruins, eu não consigo conceber uma realidade onde eu não vou estar sozinho. Eu sei que boa parte desse pensamento só existe por causa da minha autoestima afundada (eu sei que é objetivamente possível achar alguém que goste de mim, mas as vezes fica difícil de acreditar em mim mesmo e que eu mereço ter alguém do meu lado), mas, como eu disse antes, conforme o tempo passa eu assimilo cada vez menos o significado de se ter um um relacionamento, de conseguir amar de maneira romântica uma pessoa (porque vejam bem, eu, por exemplo, amo meus amigos, mas sei e imagino que amar alguém de maneira romântica é completamente diferente), de ter alguém ao seu lado todos os dias, de fazer planos juntos.
Espero que um dia eu consiga passar por cima desses pensamentos. Mesmo que tudo isso seja extremamente abstrato pra mim hoje, eu imagino que deve ser muito bom esse negócio de amor. Todo mundo diz que é incrível. Es mesmo tendo a parte ruim de sofrer caso não dê certo, eu queria muito viver e entender tudo isso um dia.
(criei uma conta nova só pra desabafar isso sem correr o risco de alguém que eu conheça reconhecer meu outro username e espero do fundo do meu coração que nenhum conhecido reconheça toda essa minha descrição aí ahduabduhshdbdud)
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2020.09.02 18:10 gusuniverse Pessoas com ansiedade ou Síndrome do Pânico: qual foi o primeiro sintoma que sentiam?

E aí gente, tudo bem? Semana passada, eu passei mal, tipo como se estivesse com a pressão baixa. Como era impossível eu me deslocar imediatamente ao hospital (eu estava só em casa), fiquei apavorado achando que era um problema súbito. Tirando o coração acelerado e o nervosismo, só senti isso mesmo. Aferi a pressão arterial e estava 14/10.
Como no começo do ano eu fiz uma série de check ups cardiológicos devido a uma suspeita de hipertensão, voltei ao médico supondo haver alguma ligação entre o meus sintomas. Resultado: o cardiologista me encaminhou para um psiquiatra supondo ser Ansiedade ou Síndrome do Pânico. Disse que eu estava bem do coração, sem nenhuma doença e que, por ser jovem (tenho 24 anos), era desnecessário eu “viver” no cardiologista.
Entretanto, eu fiquei confuso porque não me lembro de ter sofrido nenhum trauma ou abuso na minha vida. Quer dizer, desde criança eu sempre fui meio hipocondríaco. As manias típicas TOC assombraram a minha adolescência inteira (mas nunca cheguei a um diagnóstico médico sobre, só os meus sintomas que eram muito parecidos). Até hoje esses pensamentos intrusos me afetam, porém numa escala muito menor do que era na juventude. Todavia, pelo que eu vejo na internet e redes sociais, há sempre um “gatilho” pra despertar as crises de ansiedade, certo? Como problemas na família e namoro, desemprego, baixa autoestima, insegurança com a aparência e sexualidade e essa própria pandemia do coronavírus. Mas nada disso é o meu caso.
O que vocês acham? Eu devo me consultar com um psiquiatra ou a causa seria mais “orgânica”, devendo procurar outro cardiologista? Agradeço desde já!
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2020.08.24 22:13 vinibudel Finalmente venci minha ejaculação precoce

Na minha primeira vez eu me forcei a transar com uma garota que eu não sentia atração, apenas pela pressão da adolescência em perder a virgindade, e o resultado não podia ser outro, acabei broxando e a experiência foi horrível e traumatizante
Depois disso, virou uma bola de neve sempre que ia transar com alguma garota, voltava aquela pressão de não broxar e quando não broxava era muito rápido.
Isso durou por 5 anos na minha vida, até eu começar meu namoro a cerca de 2 meses, fui sincero com ela no começo e avisei sobre tudo mas msm assim, quando íamos tentar, não conseguia ereção e quando conseguia era muito rápido nunca passava de 30seg
Já tinha tentando todos os métodos possíveis que achei na Internet (kegels etc) nada funcionou, Foi quando decidi que ia enfrentar isso de uma vez por todas, e procurei um psicólogo, achei um especialista em sexologia e depois da primeira consulta foi como se eu enxergasse tudo sobre sexo com outros olhos, finalmente me senti confiante para tentar novamente
E logo na primeira vez depois da consulta já consegui um tempo muito melhor do que conseguia anteriormente, e nas semanas seguintes evolui cada vez mais e nunca estive tão feliz comigo msm.
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2020.08.24 15:02 LeastFudge9 Se querem uma dica, procurem saber o que buscam em relacionamentos antes de sofrerem por não estarem em um (ou de efetivamente entrarem em um)

Vejo muitos posts de "nunca namorei" por aqui, entendo cada um de vocês e digo que me vejo um pouco nesses posts também. Talvez meu post ajude. Isso aqui vai ser longo.
Sou homem, hétero e tenho quase 25 anos. Até os 22, nunca tinha namorado, nem transado, e entre essa idade e meu primeiro beijo (aos 11 anos de idade), eu havia beijado quatro garotas, uma delas talvez eu não devesse contar, pois foi uma amiga de minha mãe bem mais velha que praticamente me forçou a fazer isso quando eu tinha 14 anos. Mas ok, contemos quatro garotas dos 11 aos 22 anos. Isso me deixava triste nos mesmos moldes que vejo aqui em muitos posts.
No dia do meu aniversário de 22 anos, uma conhecida 16 anos mais velha avançou nas investidas por WhatsApp e me enviou nudes. A partir de então, foi tudo muito rápido, tive minha primeira vez com ela e foi fantástico. Ela estava em um processo de divórcio iniciado havia menos de um mês e tinha um filho de oito anos. Daí começa meu inferno.
Ela era uma mulher muito inteligente, bonita e, para me convencer a iniciar um namoro, praticou o famoso "love bomb", eu me sentia o cara mais foda do mundo, ela inflava minha autoestima de uma forma que ninguém jamais havia feito. Iniciamos um relacionamento sério e entrei no fogo cruzado de uma guerra que envolvia minha então namorada, o filho único dela de oito anos de idade e um ex marido extremamente agressivo e descontrolado.
Cheguei a receber ameaça por WhatsApp do tal ex, o filho dela levava recadinhos velados do pai pra mim, me ligava quando estava com os coleguinhas e me xingava das piores coisas e dos piores nomes possíveis (palavras que uma criança da idade dele não devia saber). Tudo isso enquanto frequentemente o garoto chegava da casa do pai quebrando a casa e gritando, eu acho que isso de esperar o inferno toda vez que ele ia pra casa do pai provavelmente foi o que me fez desenvolver um grau de ansiedade. E como já deve ter sido possível perceber, rapidamente eu ficava mais na casa da minha então namorada que na minha própria casa, por livre espontânea pressão.
Como se não bastasse, minha então namorada era extremamente controladora. Com o tempo, eu não podia mais conversar com outras mulheres, ela gritava comigo e quebrava a casa quando estava - nas palavras dela - "surtada". Pra ajudar a ilustrar, lembro-me que uma vez bocejei enquanto estávamos em um restaurante (EU organizei a ida, foi meu presente de dia dos namorados) e ela começou a brigar, perguntando se eu não queria estar ali (e então passei a ter receio de bocejar perto dela - e eu bocejava bastante, porque trabalhava e fazia faculdade).
Houve também uma situação em que recebi uma proposta profissional que significaria passar quatro meses em outro país. Ela surtou, passei uma noite em claro com ela gritando, quebrando a casa, tentando me expulsar de lá (como eu iria embora com a mulher naquela situação?). Enfim, foi um inferno, nem gosto de lembrar. Acabou que eu neguei a proposta profissional, ao mesmo tempo em que ela saiu falando para meus amigos (que viraram amigos dela também) sobre como ela, apesar de triste com a distância, achava uma oportunidade e um projeto muito importantes. E também encontrou meios de me manipular ao ponto de eu ficar na dúvida sobre por que eu tinha negado a proposta. Recentemente, depois de mais de um ano de terminados, ela disse pra uma prima minha sobre essa história e confessou que "fez de tudo que foi possível" para que eu não fosse. Me senti um idiota.
O cúmulo, na verdade, foi quando minha família alugou um sítio para comemorar o aniversário da minha irmã mais nova, a festa consistia em as pessoas mais chegadas ficarem um fim de semana inteiro neste sítio. Nessa época, minha ex já tinha desenvolvido uma posse sobre mim que incluía ter uma espécie de ciúme do tempo que eu dedicava à minha família (que já era quase zero). Justamente por isso, percebi que minha ex estava resistente a ir para este sítio, optei por fingir que não tinha percebido. No dia de ir pro sítio, como eu já suspeitava, ela estava em surto e passou a manhã inteira deitada. O filho dela estava ansioso pra ir, pois tinha piscina e outras crianças, então resolvi que iríamos eu e ele, disse isso pra minha ex e falei pra ela me ligar assim que quisesse ir, que eu a buscaria. O sítio ficava a uma hora de carro.
Vou resumir o que aconteceu, embora para passar o meu terror eu devesse contar detalhadamente. Basicamente, para fazer-me sentir-me culpado por ter ido sem ela, ela resolveu colocar fogo em umas toalhas (muitas!) no chão do banheiro, a ideia - isso tudo eu só concluí passados meses - era criar uma cena de horroincêndio pra quando eu chegasse. O que ela não calculou é que o álcool evapora rápido, então ela queimou o rosto, parte do cabelo, o pescoço, parte dos seios e da barriga. Ela me ligou em pânico e eu corri de carro tarde da noite em uma estrada deserta. Daí em diante nossos dias foram de hospitais (eu fiquei nos hospitais o tempo todo) e cirurgias plásticas. Ela não ficou com nenhuma sequela física. Depois que a ajudei com as queimaduras (em casa, eu fazia os curativos) e cicatrizes temporárias, terminamos (e no dia seguinte ao término ela bateu o carro e, pela forma como foi, parece ter sido proposital). Mas, enfim, consegui sair desse relacionamento abusivo depois de quase dois anos. Esse textão que escrevi é só uma porcentagem do que passei.
Menos de um mês após esse término, retomei contato com uma amiga (e paixonite platônica) de adolescência, acabou que ficamos e veio outro "love bomb". Caí nessa de novo pra depois de dois meses ela me tratar feito lixo, me dar respostas mal educadas, me ignorar e perder a paciência por coisas banais. Essa noite tive um pesadelo com o desdém dessa última ex (faz nove meses que terminamos) e acordei mal, por isso vim aqui desabafar. Felizmente, esse outro relacionamento não durou mais que quatro meses.
Hoje, olhando pra trás, percebo que caí nessas porque tenho uma carência advinda de um abandono afetivo na infância/adolescência, fruto de situações com meus pais. Ou seja, eu estive buscando suprir com relacionamentos uma carência paternal/maternal, então virei alvo fácil para pessoas complicadas ("love bomb" e visões idealizadas e fantasiosas de relacionamentos me fisgaram fácil). Eu estou bem atualmente e bastante feliz com vários projetos pessoais e profissionais, talvez esteja na melhor fase da minha vida nestes termos. No entanto, estou quebrado para relacionamentos e sei que precisarei de terapia para superar a resistência que adquiri com os traumas que relatei. A conclusão é: procure conhecer a si próprio e reflita bastante sobre porque não estar em relacionamentos lhe afeta, pois você pode estar tentando tapar um buraco que na verdade lhe fará ser presa fácil. Esteja em um relacionamento por ter descoberto alguém que te leve para frente, não somente por estar. Inclusive, não faz sentido estar em um relacionamento apenas porque você quer estar em um relacionamento. Não sei se estou sendo claro.
É isso, obrigado.
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2020.08.01 15:10 odrebas Não aguento mais

Não aguento mais minha vida. Sempre tive uma família pertubada, um pai abusivo e uma mãe ausente (não a culpo, muito disso por conta da profissão), que sempre ficou do lado dele seja por medo ou comodidade. Meu pai traiu e agrediu minha mãe várias vezes.
Minha infância e adolescência foram verdadeiros infernos com tudo isso. Cresci desenvolvendo vários traumas, não conseguia dormir em muitas noites com medo do meu pai agredir minha mãe novamente, coisa que aconteceu praticamente na minha frente e eu não consegui fazer absolutamente nada.
Isso só mudou quando passei em uma faculdade federal e fui estudar longe, me desligando parcialmente desse mundo. As coisas pareciam melhores, meu pai era mais calmo e solicito, minha mãe parecia feliz e satisfeita com o relacionamento e com a vida que levava, mesmo que estivesse trabalhando ainda mais. Eu voltava para casa esporadicamente e tudo era mais calmo, pra mim foi um choque de realidade positivo, nesse momento eu me sentia bem em ver ambos felizes.
Ainda na faculdade, depois de quatro anos, consultei psicólogos, psiquiatras para descobrir o que já sabia: ansiedade e depressão. A primeira psiquiatra ficou um tanto quanto preocupada com meus relatos e me receitou dois medicamentos, nisso eu estava em um relacionamento com uma garota que era maravilhosa para mim, fiquei um tanto quanto receoso de me tratar e ter recaídas e isso afetar minha relação, e foi exatamente o que aconteceu, várias vezes. Minha instabilidade não me garantia ter uma relação saudável com as pessoas, por mais que eu lutasse muito. Eu tinha dias e dias, faltava muitas aulas, comecei a detestar a faculdade e por fim minha relação se dissipou. Foi mais fácil para ela terminar comigo naquela situação e me deixar sozinho com meus próprios problemas. Foi um impacto muito grande na minha vida, meu namoro era a fuga da minha realidade com minha família e uma nova chance de recomeço, onde dei tudo de mim. Não vou me prolongar pois isso seria outra história, mas isso fez com que eu tomasse uma atitude: voltar para casa.
Voltando para casa transferi para outra federal, na cidade onde meus pais moravam e voltei para o começo da minha vida, mas dessa vez como outra pessoa. A faculdade ia muito bem, fiz muitas amizades, me sentia bem naquela cidade. Conheci novas pessoas, novas paixões. Junto com isso tudo também descobri, novamente, mais traições do meu pai. Obviamente contei para minha mãe, ela reagiu muito mal com ele, mas garanti que fosse a gota d'água para ela, ela deveria tomar a atitude de se afastar, para sempre.
Hoje minha mãe vive uma vida pertubada para resolver os problemas da separação. Ameaça a vida do meu pai constantemente, faz chantagem emocional comigo quase todos os dias, ameaça se matar em todas as discussões comigo ou com meu irmão. Não durmo direito, meu desempenho no trabalho está pífio, minhas amizades cada vez mais distantes. Não bastasse o caos sanitário que vivemos, constantemente cogito suicídio, coisa que já havia cogitado em períodos anteriores. É muita pressão e maldade de todos os lados por uma situação que sou constantemente culpado. Eu só queria um pouco de paz.
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2020.07.30 15:39 A_sgar Porque as pessoas procuram tanto por um relacionamento?

Eu sou meio racional (hj em dia) em relação a isso, mas pq tem tanta gente a procura de namoro, principalmente na adolescência?
Inclusão social, por ver q todo mundo tá namorando mns vc?
Tipo, alguns anos atrás eu tinha esse desespero pra conseguir alguém para namorar, mas era só pq eu era carente na época e nn tinha amizades profundas e talz
Status? Desejo sexual? Inclusão social? Sei lá bixo.
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.14 05:10 Separate_Active5339 Namoro uma pessoa mas não sei se ainda gosto dela. Deveria terminar?

Bom, contextualizando. Eu e essa pessoa começamos a namorar quando tínhamos 18 anos e no começo foi toda a maravilha de sempre, ela foi minha primeira namorada e a primeira pessoa com quem fiquei, gostava muito dela. Depois de algum tempo, por motivos familiares, ela teve de se mudar de cidade e bom concordamos em continuar um namoro a distância (nos vemos todo final de semana desde então). Passaram se 2 anos até os dias atuais e bom, como é esperado da fase de adolescência, eu mudei muito, mudei meus gostos, minhas atitudes e minhas opiniões e com isso mudaram minhas visões sobre relacionamento também: ela quer ter filhos e casar, eu não, ela quer morar junto futuramente, eu não. Soma-se a isso o fato de que ela é uma pessoa extremamente tímida (ela nunca tinha ficado com ninguém antes também) e bom, não temos muita liberdade pra fazer algumas coisas e com isso eu me sinto extremamente frustrado sexualmente, pois tem coisas que eu gostaria de fazer que ela não faz. Soma-se a isso o fato de que eu não sinto mais aquela empolgação do começo do relacionamento, sei lá, quando vamos nos encontrar eu fico mais com preguiça de ir do que vontade de vê-la e bom eu acho ela um pouco antiquada agora (no sentido tipo, ela é bem cristã, uma pessoa que não gosta de muitas aventuras, que não curte fazer coisas mais malucas, enquanto eu sou ao contrário). Eu me sinto extremamente culpado de pensar nisso, mas como ela foi a primeira pessoa que eu fiquei, eu nunca me relacionei com mais ninguém e isso nunca me incomodou, mas com nossas últimas brigas eu passei a refletir mais sobre isso e bom, eu gostaria de ter novas experiências com outras garotas, alguém mais parecido comigo ou só ter relacionamentos casuais por um tempo. Mas pra confundir mais ainda, eu sinto medo de terminar com ela porque sinto que ela é muito importante na minha vida e bom romper com isso me deixaria sem rumo pra onde seguir já que tínhamos planos de nos casar e tal. Enfim, espero que alguém mais experiente possa me aconselhar. Obrigado
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2020.06.21 05:41 duartejoaov Gratidão Profunda de um Adolescente.

Então, eu vejo muitos posts reclamando por aqui e tal, e sinto falta de ver coisas positivas também, portanto vou deixar minha experiência com a mudança de vida que tive.
Eu tenho 17 anos atualmente, e vocês não tem noção do quanto minha vida mudou em 2 anos ! Vou resumir bastante a história, mas se eu fosse contar tudo ficaria aqui quase 1h.
Para vocês entenderem a história, aos 15 anos em abril de 2018 aproximadamente, eu tinha uma melhor amiga que era muito apegado, e até meio apaixonado. Em abril ela começou a namorar um garoto e eu estava ficando meio triste cm isso e tal, por tanto decidi me afastar. No início tava sendo meio difícil, eu conversava com ela todos os dias e fazia falta. 1 mês depois tomei uma decisão, eu era um garoto que jogava muito, ficava 24h no Pc jogando LoL, parei pra refletir uma noite e vi que tava infeliz com a minha vida, eu não tava vivendo o que eu queria, parei pra analisar o que eu tinha que mudar, e decidi largar os jogos, vendi meu PC no dia seguinte e nunca mais joguei.
Essa decisão foi o ponta pé inicial, a partir dali minha vida estava direcionada a mudar. Eu estabeleci 3 metas de coisas que eu queria mudar na minha vida, que eram 1- Arrumar um emprego 2- Conhecer pessoas novas 3- Melhorar como pessoa, minha personalidade em geral O ano acabou de começar 2019: Comecei do início, indo atrás do emprego, todo dia de manhã entregava currículo online. Após 6 longos meses consegui meu 1° emprego, nessa época eu já não estava mais triste por ter cortado a amizade, não conversamos mais e eu não sentia falta, enfim, consegui o emprego em junho do ano passado, fiquei feliz pra caralho... Comecei a ver as mudanças surgindo. Fiz umas amizades muito boas nesse emprego, me ajudaram a evoluir, eu tinha que acordar bem cedo e carregar caixas, era cansativo mas mesmo assim era grato por aquilo e pelo o que me proporcionou.
Após 7 meses nesse meu emprego, um colega meu do trabalho falou de um concurso público que iria ter para trabalhar na empresa ao lado, que era a Intelbras, era uma vaga para jovem aprendiz, de 14 a 24 anos, pensei então porque não participar, sai do emprego e fui direto na empresa me candidatar para a prova. 1 semana depois fui fazer a prova, não tinha nem estudado direito, mas estava confiante. Após receber o resultado da prova descubro que passei na pontuação mínima que era 14/20 questões, sinceramente eu não sabia nenhuma de matemática, mas as de português eu sabia 9, então as outras 5 foi só no chute (kkk). Fiquei feliz pra caramba, porém tinha a entrevista para fazer ainda, e eram cerca de 500 jovens que iam participar para 60 vagas. Chegando o dia da entrevista, eu estava confiante, não sei porque, mas tinha a sensação de que tudo ia ocorrer bem, e foi dito e feito, a entrevista era em grupo e me destaquei muito bem, no mesmo dia soube que fui um dos aprovados. Eu estava até meio em dúvida sobre mudar ou não de empresa, pois eu tinha bastante amigos na empresa que eu trabalhava e ia ser difícil me afastar, porém eu sabia o que era o certo a fazer, aceitei a proposta, isso foi essencial pra minha mudança, vocês vão saber o porquê.
Em fevereiro desse ano eu comecei na empresa, confesso que estava meio inseguro, mas logo no 1° dia fiz amizade com um cara muito gente boa chamado Marcos. O Marcos era aquele tipo de amigo que te passa a "visão" de tudo, ele era um cara boa pinta e conseguis se dá bem com qualquer um, inclusive com as mulheres. Estava gostando muito do trabalho, era simples e não exigia muito esforço, além de ter um salário bom. Por ser um cargo de jovem aprendiz eu fazia curso no Senai, com vários adolescentes, e esse meu amigo Marcos estudava lá, portanto ele conhecia quase todo mundo, por eu andar com ele fui conhecendo algumas pessoas também. Um certo dia ele me apresentou a Lívia, que era uma garota muito linda mesmo, eu nunca fui aquele menino pegador, fiquei com poucas gurias, mas eu não me achava feio, nem muito bonito, porém tenho um papo massa, consigo desenrolar bem. Eu e essa Lívia começamos a conversar, porém conversamos por 1 semana e depois paramos de conversar.
Chegou o carnaval desse ano, eu nunca tinha pulado um carnaval, mas achei que esse ano merecesse por estar acontecendo muitas coisas boas, então eu fui. Resumidamente meu carnaval foi muito massa, eu conheci muita gente e aproveitei bastante, mesmo não tendo ficado com 1 guria só KKKKKK. Nesse carnaval conheci o Fidelis, que por coincidência morava aqui perto de casa, então decidimos ir pra casa dele beber e trocar uma ideia depois do carnaval, foi eu e uns amigos nosso, esse dia foi importante pois qnd eu cheguei em casa parei pra refletir e vi o quanto minha vida tinha mudado. Eu havia conseguido um bom emprego, consegui conhecer pessoas novas, mudei meu ciclo de amizade, me afastei de amizades que eu considerava negativas.
Dali pra frente eu sabia que tava cada dia mais perto de ter a vida que eu queria, eu tava vendo resultados das minhas atitudes e percebendo as mudanças.
Pulando pra mês passado, eu voltei a falar com a Lívia, e ficamos bem íntimos, me identifiquei muito com ela e tal, me parecia algo meio distante ainda ter algo com ela, mas mesmo assim tentei. Depois de uma semana mais ou menos decidi mandar a real pra ela, falei que achei ela uma garota muita firmeza e parceira, e que ela era engraçada e pá, e perguntei se ela tava ficando com alguém, logo em seguida ela respondeu que me achava altos guri tbm e pá e que não tava ficando com ninguém, porém isso foi d madrugada e no outro dia mudamos de assunto. A princípio minha idéia era marcar algo com ela pós quarentena, então continuamos conversando normalmente. Semana passada ela começou a dar algumas indiretas pra mim, como se quisesse ficar comigo, confesso q fiquei bem feliz, agora estamos bem próximos, já marcamos de sair e tenho certeza que vamos ficar pq ela já falou que quer. Não sei como vai ser qnd sairmos, vou só ter fé e ver no que dá, talvez eu volte pra contar como foi kkkk.
No mês passado aquela melhor amiga que eu tinha veio falar comigo, ela já tinha terminado o namoro há um tempinho, porém eu realmente nem sabia dela. Começamos a conversar e expliquei o pq tinha me afastado, além disso ela falou também que eu virei outra pessoa, que eu tinha mudado de mais para melhor e que ela tava orgulhosa de mim, pela pessoa que eu me tornei. As vezes ainda conversamos mas não sinto nada por ela, mas considero uma pessoa especial pois me ajudou a mudar.
Chegamos no dia de hoje, sinceramente 2 anos atrás eu não tinha noção do quanto minha vida ia mudar, tive muita fé e fui atrás do que queria, nunca me acomodava. Hoje recebi uma notícia muito mas muito boa mesmo, não vou comentar porque é algo que quero deixar no sigilo por enquanto, mas isso vai me abrir muitas portas na minha vida e sou extremamente grato.
A minha mensagem final pra vocês é pra vocês não aceitarem ter uma vida que não se orgulhem, a nossa vida é uma experiência única, portanto vivam o sonho de vocês, vivam o extraordinário ! Não se acomodem em uma vida que não se orgulhem, procure ir atrás de mudar, de evoluir, de conhecer coisas novas, garanto que vai ser a melhor atitude que vocês vão tomar na vida toda, e vão poder vivenciar uma experiência única de poder olhar pra trás e ver toda a tua trajetória e se orgulhar por tudo o que vivenciou. Cada pequena decisão que tomamos influência o nosso futuro, e tudo depende só de nós mesmos, de nosso pensamento e das nossas atitudes, há 2 anos atrás eu não achava que era capaz de conquistar tudo o que eu consegui, hoje estou vivenciando isso.
Sou muito grato por tudo o que aconteceu, porém não estou satisfeito ainda, e não irei parar até ter a vida que eu imaginei.
Hoje posso dizer que aquela minha lista com 3 coisas está completa, e sinto uma paz profunda por isso.
Enfim acho que é isso, perdão pelo texto longo, mas espero que ajude algum de vocês, ainda mais na fase da adolescência que é algo difícil, talvez eu conte outras experiências que tive futuramente !
Gratidão pela atenção e muita fé na mudança !
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2020.06.05 06:21 joaopro777 MANDA AQUELA MENSAGEM DIRETA SEM ENROLAR! A VERDADE DÓI

Já postei algo aqui e acabei voltando... as coisas surgem e desaparecem e nem percebemos o que estamos nos tornando. Se você não tirar três minutos para ler esse texto vaza agora porque vai ficar estranho...
Tudo começou quando tinha dezessete pra dezoito, já namorava aquela mina desde o tempo de escola e acabei descobrindo uma traição meio nada haver mas sempre confiei na minha intuição, perdoei, voltamos, terminamos, voltamos, enfim, aquele lopping infinito que adolescentes passam e só entendem quando são adultos, calma você que ler entenderá tudo...
Na época eu tinha dezoito anos, descobrindo que pra eu ser alguém eu tinha que levantar e caminhar com minhas próprias pernas, sempre será ralado pra todos aqueles que não tem empurrão da família, comecei a trabalhar na empresa onde o pai da minha namorada (a mesma da traição) supervisionava. Afinidade com os pais a mil, já que faziam anos de namoro, eu era o genro perfeito, futuro papai e traria felicidade pra todos.. tentei dar o meu melhor na época eu lembro que nunca reclamava nem quando ia de bicicleta pra escola aos quinze anos, nem quando a corrente caia, nem quando tive que juntar pra comprar meu primeiro carro aos vinte e dois anos, enfim. Depois de descobrir essa traição e por ela ser meu primeiro amor algo se transformou em mim, de amor à ficção de relacionamentos, comecei a entender o real sentido do amor e antes que termine o texto já aviso, ele não existe, sinto muito mas é real.
Lembro de ter batalhado pelo primeiro concurso que passei, da primeira facul que fiz e entrei, lembro de ter ela ali ao meu lado sempre me perdoando já que eu não era a mesma pessoa depois que descobri a traição, comecei a fazer tudo ao contrário e cheguei até namorar outra menina na época que era a melhor amiga dela... tudo começa a ficar interessante quando eu decido reatar mesmo nunca tendo perdoado aquele ocorrido, mesmo sabendo do perigo que haveria se acontecesse de novo, sempre fiquei com a pulga atrás da orelha, mulheres são muito previsíveis e a intuição de alguém atentado capta tudo com uma mente brilhante... seguindo esse percurso já me vi pai de uma menina com “the love of my live” mas uma filha não era suficiente para eu sentir o perdão na alma, eu amava cada dia que passava e via minha filha crescer porque até hoje todo amor pra ela, mas na época lembro que aquilo não me deixava focado no relacionamento e o que qualquer idiota estúpido faz quando se está magoado?! Mais merda, comecei a sair e não voltar pra dormir em casa, fiquei com tantas quanto consegui, vivi o submundo das drogas e me adentrei fundo em uma realidade que divergia profundamente em quem eu era na adolescência..
Não obstante a ser diferente acreditava que nunca mais seria feliz novamente, não por causa da traição eu nem lembrava mas tão forte desse fato, o que doía era saber que estava com alguém que foi capaz de fazer aquilo quando dei todo o amor que tinha em meu peito, veio o segundo filho e nesse meio tempo só pensava em trabalhar para manter tudo em ordem, larguei a faculdade, pedi exoneração de um concurso público, vendi um transporte e abri minha primeira empresa, afinal eu era o homem da casa e você não pensa em desistir quando se tem filhos e obrigações, lembro que nesse tempo estava tão focado que todos os problemas ficaram pequenos, consegui trocar de carro duas vezes no mesmo ano, era dois mil e dezoito e realizei o desejo que sempre tive de viajar de avião, gastei o dinheiro que ganhava na empresa, me capacitando cada vez mais, investindo em conhecimento e então veio o primeiro boom quando tudo estava “encaminhado”, percebi que tudo era uma ilusão, minha mulher já não estava mais ali comigo, eu estava sozinho mantendo uma empresa que já quase completando seu primeiro ano não iria bem, fiquei tão atarefado na época que trabalhava dezesseis horas por dia e quando chegava em casa era o pior marido do mundo, não por escolha mas chegar cansado do trabalho que você já não aguentava mais e ouvir reclamações da sua esposa enquanto tenta dar o seu melhor o tempo todo dói na alma.
O silêncio era minha resposta, voltei ao submundo das drogas, dessa vez com coisas mais pesadas, (edit: entenda como quiser mas nunca ultrapassei o limite tanto em minha vida) vivi o período do ano com o pensamento na cabeça que estava vivendo em uma matrix e não importava as escolhas que fizesse sempre seria uma ilusão pensar que as coisas se e encaixariam já que quando dei todo o meu amor, fui traído, mesmo sendo adolescente isso marcou e essa dor ecoou até o ponto de terminamos, o que tudo indica permanentemente, na mesma época, fui diagnosticado com Bipolaridade por um Pseudo psiquiatra com somente dez minutos de conversa, minha família inteira me olhou com aquele olhar de pena, pra completar, acabei sendo julgado por ter pedido exoneração do Concurso público, ter desistido da faculdade e ter quebrado a empresa, sinto que eu trouxe essa realidade pra mim de uma forma que não sei explicar, como se não tivesse escolha (think the outside box) as coisas iam acontecendo muito rápido..
Hoje, dois filhos, ela, já está com outro, eu, pago pensão e tive que me desfazer de tudo, de cada centavo e me restou dívidas financeiras, restou os olhares de julgamento da minha família por não entender nada e apontarem o dedo pra mim como Bipolar e depressivo. Carrego culpa e convicções que me tornaram a ser quem eu sou hoje.
Consigo enxergar com clareza que existe uma linha tênue entre a realidade e a ficção de ser feliz e triste, de ter sucesso na vida ou ser fracassado. Mas aos vinte e cinco anos (faço vinte e seis dia treze desse mês) minha maior convicção é a minha dor, ela é meu navio e minha bússola é meu desejo de ser “o cara” novamente no futuro, com novas metas e novas conquistas pra alcançar... hoje estou com o “freio de mão puxado” mas quando fecho os olhos consigo sentir até o cheiro do meu próximo carro, da minha casa na praia, mas quando abro os olhos a realidade dói porque surge um pensamento e um questionamento: será que sempre tive tudo e meu dom era reclamar do que já tinha ou será que tudo o que deixei pra traz foi necessário para encontrar alguém que no momento certo e na minha melhor fase fará toda a diferença?
Penso, logo existo. (Amo filosofia)
O que vocês acharam? Fariam do mesmo jeito? Alguém já passou por algo parecido? Escrevam o que quiserem mas não aceito ouvir nada além da verdade das suas almas. Perdoem os erros e a falta de clareza, afinal estou deitado na minha cama e pensando várias coisas ao mesmo tempo enquanto escrevo.
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2020.05.30 07:56 hu3sley Não consigo mais sentir algo/me apaixonar por alguém

Tenho 27 anos, gostei muito de uma menina na minha adolescência, depois de um tempo namorei com ela, jurava ser o amor da minha vida, eu realmente a amava. Porém todavia, como é rotineiro da vida, aquilo que parecia claro e certo não deu certo. Foi um término bem traumático, com brigas, xingamentos e agressão. Na época isso me gerou uma espécie de revolta com todos a minha volta, por mais que não tivessem culpa, e eu quis me provar que sozinho me viro e muito bem, o que realmente faço, porém depois que toda a "raiva" do mundo passou esse sentimento de "sozinho to melhor" continuou, A uns 3 anos atrás tive outro namoro, onde entrei sem vontade nenhuma, simplesmente para ver se voltava a sentir algo por alguém, acabou que não funcionou, e ainda parti o coração de outra pessoa. Sai com diversas garotas depois desse término traumático, nunca sequer tive um vislumbre de levar algo mais a frente. Realmente tô confuso se isso faz parte, é normal ou se realmente "quebrei", e sentir algo por alguém não é mais uma skill minha. Eu pensei em terapia, mas sempre acho que não é pra tanto, e posso estar fazendo isso ser maior do que realmente é. Hoje eu não ligo pra estar sozinho, e raramente sinto falta de ter alguém. Mas essa mudança drástica q tive me levanta essas questões. Bem, só um desabafo.
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2020.05.28 02:25 justspecialk Sou o único que nunca ultrapassou o primeiro amor?

Há 5 anos, com 18 anos frescos, entrei na universidade e apaixonei-me pela primeira vez. Já tinha tido namoricos e casos ligeiros com outras raparigas pela minha adolescência, mas aquela foi completamente diferente em todos os aspetos, foi responsável pela criação de toda uma nova abrangência de vivências.
Ambos éramos caloiros, estudantes deslocados numa nova cidade, e fizemos a praxe juntos. Calhava que as nossas casas convergiam no mesmo caminho para a faculdade e rapidamente começámos a ir juntos de e para as aulas. Numa dessas caminhadas, e enquanto escrevo isto quase sinto que estou lá fisicamente caminhando com ela ao meu lado, senti pela primeira vez, sei lá, aquilo que chamam "amor" - algo muito forte, que me cativava imensamente para ela e que guardo com uma nostalgia quase física que me arranca uma lágrima, mesmo 5 anos depois.
Começámos a namorar como brincadeira de adolescentes: mensagens a toda a hora, beijinhos, ir a festas de caloiros e ficar em casa um do outro provocando-nos fisicamente... Coisas banais, mas que na altura eram novidade. Foda-se quase que choro ao lembrar-me disto. Nunca mais senti algo assim com ninguém, mesmo tentando.
Durou praticamente um semestre. Ela foi-se embora no Natal para mudar de faculdade e seguiu a sua vida numa cidade diferente. Parou de falar comigo uns meses mais tarde de forma um pouco abrupta. Acho que outra pessoa tinha entrado na vida dela e eu aceitei isso. Mas foda-se custou tanto.
Um ano mais tarde fui a uma queima de um amigo na (nova) cidade onde ela se encontrava a estudar. Combinámos um café e rapidamente recordámos o nosso ano de caloiros e bla bla bla as coisas normais. Na despedida reparei que ela estava bastante emocionada. Abraçou-me e começou a chorar, pediu-me desculpa por ter parado de falar comigo e que na verdade nunca tinha conseguido bem ultrapassar aquilo que tivemos. Essa merda tocou-me porque era exatamente o que eu sentia e também me emocionei um bocado. Mas ficou por aí e não demos continuidade.
Agora, passado 5 anos, ainda não ultrapassei isso completamente. Já tive mais namoros, mas nada como o que senti da primeira vez. Foda-se isso deixa-me tão incompleto. Nunca mais nos vimos desde esse café e hoje quase já não falamos, exceto o cordial "feliz aniversário", mas ainda penso nela por vezes com imensa saudade.
Será que nunca vou realmente ultrapassar o primeiro amor?
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2020.05.18 06:37 JesseSvGx Suicídio

O que Vocês pensam a respeito de suicídio? Tenho 19 anos e estou desempregado, pensei que eu finalmente iria conseguir arrumar um emprego esse ano e com a chegada da quarentena acabou que meus planos(não somente os meus) foram por água a baixo, tenho algumas dívidas e simplesmente não fui aceito para receber o auxílio pq a "minha mãe" recebeu, sendo assim eu não tenho o direito ao dinheiro que me ajudaria bastante nesses tempos, vou fazer 20 e nunca trabalhei de carteira assinada, sempre trabalhei fazendo bicos e antes da quarentena começar eu ja estava alguns sem fazer esses bicos pra empresa que me chamava( tem um motivo que não é minha culpa mas como eu sou um verme descartável pra eles só colocaram outro no meu lugar), minha vida é triste, todos os dias faços as mesmas coisas implorando pelo dia em quê eu leve um tiro na cabeça e parta dessa pra melhor, não vejo sentindo na vida, alguns pensam em casar e ter filhos, outros pensam em obter bens, ja pra mim essas coisas não me enchem os olhos, não namoro e nunca namorei, não tenho interrese em namorar(mas as vezes me dá uma carência eu confesso, mas não procuro uma parceira) não tenho interesse talvez pq eu espere muito pela minha morte então evito entrar em relacionamentos amorosos ou de amizade, também não tenho filhos ou animais pois não quero morrer e deixar alguém dependente de mim aqui sofrendo... Penso que a minha seria melhor se eu cometesse suicídio, sinceramente acho isso a escolha mais plausível que eu tenho desde a adolescência(falo o adulto kkk), a ideia de suicídio ecoa pela minha cabeça o dia inteiro e só não o cometi ainda por causa da minha mãe, não quero deixar ela triste, mas penso que logo assim que ela morrer(todos nos iremos morrer um dia) eu irei me matar pra acabar logo com o meu sofrimento, me retirando desse mundo nojento pra qual eu não escolhi vim.
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2020.05.15 20:46 YoRHa-IT-guy “Você só tá apegado demais no filme”

Bom pessoal, eu confesso que mesmo anonimamente, ainda pra mim é difícil escrever esse texto. Criei forças de onde não tenho, mas eu preciso aliviar um pouco da minha carga (ainda mais nesse tempo onde não se sabe se será um vírus ou um governo que irá te matar).
Aos meus 7 anos de idade, fui diagnosticado com depressão. Sofri um bullying danado nesse tempo e não sabia como reagir. Descobri o que era um psicólogo cedo, e mal sabia eu que precisaria de um pro resto da vida mais que qualquer coisa. Bom, os anos foram passando. A depressão nunca saiu do meu pé, houveram umas folgas dela sim, mas ela permanece até hoje (aos meus 20 anos). Eu escrevo isso não por causa dela, mas sim por causa do que veio com ela.
Na adolescência eu tive inúmeras decepções. Com amigos, com namoro, com família. Algumas coisas mais pesadas que outras. A conclusão foi que aos meus 18, eu já tinha sido diagnosticado com alguns transtornos, como ansiedade, bipolaridade e psicose (além da depressão). Pra minha infelicidade são mais, mas não tô afim mesmo de exaltar doenças e transtornos. Acontece que, de janeiro de 2019 pra cá, desenvolvi o que os médicos chamam de “transtorno da expressão emocional involuntária” ou, como vocês devem conhecer ultimamente, “a risada do Coringa”. Além do que já tenho, isso é o que mais me atinge. Começou com umas risadinhas de instantes de coisas totalmente aleatórias, uma ou duas vezes na semana. Hoje, eu chego do trabalho todos os dias, mega estressado, sento na cadeira do meu computador e antes de ligá-lo, eu gargalho como se tivesse ouvido a melhor piada da minha vida. Porém, com lágrimas de tristeza mesmo nos olhos. E vale ressaltar que, muitas vezes corro pro banheiro no trabalho ou na faculdade simplesmente pra rir. É assim uma boa parte do dia.
Isso não só me incomoda, como me constrange e oprime a minha alma. É como se eu não fosse dono da minha própria vontade, não posso agir como uma “pessoa normal” mais (como minha mãe costuma dizer, já que ela sempre diz pros outros que o filho dela é um estranho), atrapalhando e muito meus relacionamentos, em todas as áreas. E o foda disso é que isso se soma a ansiedade, depressão, estresse e se torna um gigante, e não tem um que me entenda. Ouvi de um dos meus melhores e mais próximos amigos: “Você só tá apegado demais no filme” e sim, partiu meu coração. E ainda quando acontece, eles ficam lá, olhando, como se vissem a coisa mais bizarra do mundo. Eu tenho vergonha de buscar ajuda e não quero falar com os meus pais sobre. Eles sempre acham que é “falta de Deus” e me julgam, por mais que digam que não. Quem de fato sabe do problema age como se eu não tivesse e não me levam a sério, então fico nesse limbo. Talvez seja mesmo só um “apego no Coringa”, talvez eu seja só mais um cara estranho. Talvez hoje eu sente mais um dia no meu quarto e gargalhe como um doido, mas não do nada e sim de, sei lá, algum meme ou piada que lembrei. Talvez eu esteja mesmo só apegado.
“Lembra que você dizia que meu riso era uma doença? Que tinha algo de errado em mim? Não tem. Eu sou assim.”
Pra quem quiser saber mais sobre isso, existe um artigo bem explicativo:
https://www.scielo.bpdf/rpc/v35n1/v35n1a04.pdf
Obrigado pelo espaço, pessoal.
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2020.04.15 08:11 mdreveck Não entendo meus sentimentos

Vou resumir a história pra vocês. Antes de tudo, sou homem com 26 anos.
Em agosto do ano passado, comecei a me envolver com uma colega do meu antigo trabalho. Saímos frequentemente juntos, basicamente todos os finais de semana e em alguns dias de semana levava ela para a casa, mesmo sendo o sentindo oposto da minha (coisa de 20km). Em um pouco tempo todos do trabalho já sabiam o que estava rolando entre gente e nenhum dos dois viu problema nisso. Inclusive até brincávamos da nossa relação. Falei dela pra minha família (nunca cheguei a apresentar) e ela falou de mim pra família dela, inclusive conheci sua irmã. Até fazíamos planos de ficar juntos por um bom tempo. Tivemos uma relação com bastante intensidade, maravilhosa, um relacionamento muito saudável, porém em pouco tempo. Isso durou mais ou menos 2 meses e meio. Eu vivia no céu e estava realmente apaixonado por ela, nem acreditava que eu poderia sentir aquilo novamente. Ela trouxe aquele sentimento da adolescência de quando você se apaixona e fica com aquele frio na barriga gostoso. Porém, como nem tudo são flores, a vida decidiu me dar uma rasteira. Fui do céu ao inferno em pouco tempo. Nossa relação era maravilhosa, nunca brigamos ou qualquer coisa do tipo e sempre tivemos maturidade pra falar se não gostassemos de algo. Certo dia de novembro, ela me chamou pra conversar, fomos tomar um chopp e aí ela me deu a terrível notícia que não queria mais. Eu fiquei sem chão. Ela alegou que não tinha a mesma intensidade de sentimento que eu, e não sabia se era capaz de se apaixonar, visto que eu já estava muito. Ela tinha medo de me magoar no futuro. Também ela havia recém saído de um relacionamento de 5 anos e falou que ficou todo esse tempo com ex, por puro comodismo, e que ela não havia sentindo nesse tempo "borboletas no estômago" e tinha medo de ser assim comigo também. Ela queria se apaixonar, porém não conseguia. (Só que ela falava sempre durante nossa relação que gostava muito de mim). Infelizmente, eu não tinha o que fazer. E meu mundo desabou, não conseguia entender o porquê daquilo, visto que a gente se dava super bem em tudo, desde de conversa até na cama. Pra ajudar, no mês seguinte fui demitido do meu trabalho, concluindo a merda do ano de 2019 com chave de ouro. E nunca mais nos falamos, desde então. Eu não tenho redes sociais, então hoje não tenho mais nenhum tipo de contato com ela.
E por que eu não consigo entender meus sentimentos?
Desde dezembro, praticamente todos os dias penso nela. No começo até achei que passaria logo, que era apenas uma frustração de momento, porém essa angústia não passa. Como algo que durou apenas 2 meses e meio pode me angustiar por tanto tempo assim? Todas as noites penso nela, sonho frequentemente que estamos juntos e eu não consigo superar. Vivo relembrando nossos momentos e não vejo graça nenhuma em outras mulheres. Não consigo desenvolver nenhum afeto por outra pessoa e até transar se tornou algo sem graça. Já vivi o fim de um namoro de 3 anos e não foi tão ruim, como tá sendo agora. Eu quero superar, porém não consigo.
Por que dói tanto? Sendo que 2 meses e meio é um tempo muito curto juntos.
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